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	<title>História Brasileira</title>
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	<description>Toda a história do Brasil em um site!</description>
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		<title>Plantation</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 23:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Gasparetto Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Colônia]]></category>

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		<description><![CDATA[Plantation foi um sistema agrícola muito utilizado na colonização da América. Com a descoberta do continente americano, os europeus passaram a explorar as novas terras com o intuito de abastecer o mercado de seu continente. O que mais atraía o interesse dos colonizadores eram os metais preciosos, entretanto não era fácil encontrá-los. A busca por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><strong>Plantation </strong>foi um sistema agrícola muito utilizado na colonização da América.</p>
<p>Com a descoberta do continente americano, os europeus passaram a explorar as novas terras com o intuito de abastecer o mercado de seu continente. O que mais atraía o interesse dos colonizadores eram os metais preciosos, entretanto não era fácil encontrá-los. A busca por metais preciosos demandava tempo, paciência e, sobretudo, sorte. Enquanto os metais não eram encontrados, as novas terras eram utilizadas para extrair o que fosse possível de mercadorias, sendo que as formas agrícolas garantiam certo lucro para os colonizadores.</p>
<p>No Brasil, como em outras partes da América, utilizou-se um método de produção conhecido como <strong>Plantation</strong>. Este sistema agrícola tinha como objetivo gerar produtos agrícolas com baixo custo para as metrópoles em suas respectivas colônias e o enriquecimento através de sua comercialização na Europa. Desta forma os lucros da metrópole eram significativos. A utilização desta forma de produção agrícola estava inserida dentro da lógica de um sistema que atualmente é muito questionado pela historiografia, o Pacto Colonial. Segundo este, a colônia produzia através da Plantation para a metrópole, a qual detinha o monopólio dos produtos gerados em suas colônias no continente americano.</p>
<p>A <strong>Plantation</strong>, que marcou especialmente o período colonial da América, tinhas suas características intrínsecas. O sistema agrícola era baseado em latifúndios monocultores com produção baseada em mão-de-obra compulsória e destinada à exportação. Este tipo de exploração do solo que caracterizou as chamadas colônias de exploração na América.</p>
<p>O latifúndio foi um traço muito comum das colônias de exploração, poucas pessoas eram donas de grandes quantidades de terra e estavam diretamente ligadas à coroa para gerar os produtos que abasteceriam a metrópole. Ainda hoje, especialmente na América Latina, as características latifundiárias são existentes em diversos países, fruto de tal época.</p>
<p>A monocultura consiste na exploração intensiva da porção de terra utilizada, o latifúndio, para a produção de apenas um gênero agrícola. É claro que essa afirmação deve ser relativizada, como tem feito a historiografia, isso porque é compreensível que outros produtos agrícolas tivessem que ser produzidos também nos latifúndios para garantir a subsistência de seus moradores. O fator monocultor, que de fato ocupava a maior parte dos latifúndios, ligava-se ao aspecto de produção para o comércio apenas. O gênero mais explorado no Brasil durante muito tempo foi a cana-de-açúcar. Depois, o café assumiu também tal característica.</p>
<p>A mão-de-obra compulsória era outro fator notável no processo produtivo da Plantation. A utilização do trabalho forçado era o meio identificado no momento como a melhor forma de extremar os lucros e diminuir os gastos para produção. O Brasil utilizou largamente o trabalho de escravos negros vindos da África, o que permaneceu por longo tempo como vigente. Já outros países da América Latina fizeram amplo uso do trabalho forçado das populações indígenas que encontravam pelo caminho.</p>
<p>Por fim, o fator exportador era a característica lapidante da Plantation. Toda a produção gerada pelo sistema agrícola tinha como destino o mercado europeu, onde as metrópoles comercializavam seus produtos e extraíam grandes lucros. Nas colônias ficavam apenas as piores partes dos gêneros produzidos em suas colheitas, sendo que as colônias não tinham a liberdade de comercializar com outros países. O lucro de todo esse sistema era arquitetado para satisfazer os cofres metropolitanos.</p>
<p>Embora muito característico de uma época, o sistema agrícola Plantation não deixou de ser utilizado. Permaneceu vivo ao longo do tempo com a restrição de que o trabalho escravo foi abolido. Com as outras características, o Plantation ainda é adotado no Brasil, por exemplo, no cultivo de café ou cana-de-açúcar. Infelizmente, em alguns casos ainda se descobre a utilização de trabalho escravo.</p></div>
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		<title>Tratado de Madrid</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Dec 2010 16:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Gasparetto Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Colônia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Tratado de Madrid foi assinado entre Portugal e Espanha para renovar o já ineficiente Tratado de Tordesilhas, em 1750. Portugal e Espanha foram os dois primeiros países do continente europeu a se lançarem nas grandes navegações. Cada país escolheu sua rota no intuito de atingir as Índias Orientais, o primeiro, ao longo de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">O <strong>Tratado de Madrid </strong>foi assinado entre Portugal e Espanha para renovar o já ineficiente <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-pre-colonial/tratado-de-tordesilhas/">Tratado de Tordesilhas</a>, em 1750.</p>
<p><strong>Portugal </strong>e <strong>Espanha </strong>foram os dois primeiros países do continente europeu a se lançarem nas grandes navegações. Cada país escolheu sua rota no intuito de atingir as Índias Orientais, o primeiro, ao longo de um processo muito mais duradouro, realizou uma navegação contornando o continente africano, já o segundo imaginou chegar no Oriente indo pelo Ocidente, apostando na esfericidade terrestre. Na viagem espanhola promovida por Cristovam Colombo, depararam-se com o continente americano e acreditaram estar no Oriente. Mas logo avaliou-se que haviam desembarcado em terras desconhecidas a Oeste da Europa.</p>
<p>Espanha e Portugal se tornaram assim as grandes potências marítimas do mundo no século XVI, conquistando vários territórios fora do continente europeu. Por este motivo, chegou-se a um acordo que determinaria a posição hegemônica de ambos os países. Ficou estabelecido o <strong>Tratado de Tordesilhas</strong>, garantindo as terras descobertas no mundo de propriedade de Espanha e Portugal com base em uma linha imaginária que passaria a 300 léguas da ilha de Cabo Verde. Desta forma, as terras novas a Oeste seriam de propriedade da Espanha e as terras a Leste seriam de propriedade de Portugal. Foi este acordo que selou a propriedade de parte das terras do que viria a ser o Brasil para Portugal.</p>
<p>Com o avançar da colonização portuguesa e espanhola nas terras americanas, a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas passou a ser desrespeitada. A atividade dos bandeirantes e a criação de gado no Brasil começaram a se expandir para o Oeste, superando a linha de divisão de terras. Em conseqüência, teve início uma série de conflitos políticos entre Portugal e Espanha.</p>
<p>Para resolver os problemas baseados na transgressão de um acordo assinado em 1494, portugueses e espanhóis negociaram para modernizar as obrigações das partes. As negociações basearam-se no chamado Mapa das Cortes que levava em consideração a utilização dos rios e montanhas para determinar os novos limites. Em 1750, quando houve o novo acordo, as atividades e as realidades das colônias já tinham evoluído e não comportavam mais no antigo tratado. No dia 13 de janeiro de 1750, <strong>Dom João V</strong>, rei de Portugal, e <strong>Dom Fernando VI</strong>, rei da Espanha, se reuniram na cidade espanhola de Madrid para acertar os novos limites entre as respectivas colônias na América. O novo compromisso ficou então estabelecido com o nome de <strong>Tratado de Madrid</strong>.</p>
<p>A assinatura do <strong>Tratado de Madrid </strong>encerrou os conflitos entre os dois países e trouxe ainda outras conseqüências. No caso brasileiro, ficou estabelecida aproximadamente a fronteira que existe atualmente. Além disso, provocou o aumento do poderio militar português no Sul, a posse da Amazônia passou a Portugal e gerou a transferência da capital do Vice-Reino português no Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro.</div>
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		<title>Plano Real</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 01:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Gasparetto Junior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil República]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa brasileiro chamado Plano Real resultou no lançamento de uma nova moeda, o Real, em 1994. O governo presidencial que se encerrou em 1994 passou por uma série de crises. O problema inicial se deu com o impeachment do presidente eleito por voto direto Fernando Collor de Melo. Em seu lugar assumiu o vice [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">O programa brasileiro chamado <strong>Plano Real </strong>resultou no lançamento de uma nova moeda, o Real, em 1994.</p>
<p>O governo presidencial que se encerrou em 1994 passou por uma série de crises. O problema inicial se deu com o impeachment do presidente eleito por voto direto Fernando Collor de Melo. Em seu lugar assumiu o vice Itamar Franco, que guiou o mandato até o final. Outro problema, que já se arrastava há algum tempo, foi o da economia, com suas graves crises financeiras e inflacionárias. A inflação atingia todo mês níveis exorbitantes.</p>
<p>No final do ano de 1993, o governo deu início a um plano econômico com o objetivo de controlar a hiperinflação do país. O presidente <strong>Itamar Franco</strong> permitiu que o Ministro da Fazenda, <strong>Fernando Henrique Cardoso</strong>, conduzisse todo o processo, desde sua idealização até sua execução. Fernando Henrique reuniu vários economistas para elaborar as medidas do governo e as reformas econômicas e monetárias necessárias.</p>
<p>O <strong>Plano Real </strong>foi então iniciado oficialmente no dia 27 de fevereiro de 1994 através da Medida Provisória n° 434. A medida determinou a Unidade Real de Valor (URV) e culminou com o lançamento do Real como nova moeda. A implantação do Plano Real se deu através de três etapas: equilíbrio das contas públicas, criação da URV e o lançamento do Real. Durante o debate do nome da nova moeda, cogitou-se chama-la de Cristal, Coroa ou Cruzeiro-Cruzado, mas o nome <strong>Real </strong>vingou pelas possibilidades publicitárias que oferecia.</p>
<p>O programa para estabilização da economia passou pela desindexação da economia, por um amplo processo de privatizações, pelo equilíbrio fiscal, pela abertura econômica, pelo contingenciamento e por políticas monetárias restritivas.</p>
<p>Os efeitos imediatos do Real refletiram-se no aumento da capacidade de consumo da população, no amplo controle da inflação que caiu de taxas de 50% para 3%, redução da população miserável brasileira e fortaleceu a imagem do Ministro Fernando Henrique Cardoso, responsável pela condução do projeto, que despontou como sucessor natural de Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p>O <strong>Plano Real </strong>se mostrou o mais eficaz programa de estabilização econômica da história do Brasil. Mas para alcançar o sucesso foi preciso que fossem tomadas medidas como privatizações de vários setores estatais, criação de agências reguladoras, implantação da Lei de Responsabilidade Fiscal, liquidação ou venda da maioria dos bancos estaduais, renegociação da dívida pública e maior abertura comercial com o exterior. Por motivos como esses, o Plano Real também recebeu oposição no seu período de implantação, tendo o Partido dos Trabalhadores (PT) como um dos maiores opositores.</p>
<p>No lançamento do Plano Real, esperava-se como efeitos de longo prazo a manutenção das baixas taxas inflacionárias, o aumento do poder aquisitivo da população, a modernização do parque industrial brasileiro e o crescimento econômico acompanhado da geração de empregos. O Real prosperou, mostrou-se competente e é utilizado até hoje no Brasil. Desde 1994 o Real passou por várias crises econômicas mundiais e demonstrou capacidade de controle e recuperação, especialmente a crise de 2008-2009, que gerou uma imensa quebradeira na Europa e nos Estados Unidos, a qual passou sem muito impacto pelo Brasil. O país, hoje, conta com uma moeda forte e estável, sem apresentar indícios de substituição.</p></div>
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		<title>Período Pombalino</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 14:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristine Delphino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Colônia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Período Pombalino vai de 1760 a 1808 e leva esse nome devido as reformas realizadas na metrópole e nas colônias portuguesa, pelo primeiro-ministro de Portugal, conde de Oeiras e Marquês de Pombal, Sebastião José de Carvalho e Melo. Escolhido pelo rei de Portugal D. José I para ocupar o cargo de primeiro-ministro, Pombal tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">O <strong>Período Pombalino</strong> vai de 1760 a 1808 e leva esse nome devido as reformas realizadas na metrópole e nas colônias portuguesa, pelo primeiro-ministro de Portugal, conde de Oeiras e <strong><a href="http://www.historiabrasileira.com/biografias/marques-de-pombal/">Marquês de Pombal</a></strong>, Sebastião José de Carvalho e Melo.</p>
<p>Escolhido pelo rei de Portugal D. José I para ocupar o cargo de primeiro-ministro, Pombal tinha o objetivo de realizar reformas que recuperassem a economia portuguesa tendo como plano de fundo a crise do Antigo Regime e a subida das ideias iluministas. Para colocar Portugal numa posição privilegiada em relação aos demais países europeus, era preciso focar na colonia que tinha mais peso econômico, Brasil.</p>
<p>Economicamente falando, com a crise que Portugal sofria, foram muitos os que vieram para o Brasil e pela primeira vez viu-se mais pessoas livres do que escravos residindo por aqui. A principal atividade econômica da época era a mineração, porém foram criadas outras complementares o que acabou culminando na criação do comércio interno. Com isso, Portugal aumenta a exploração sobre a colonia, realizando reformas administrativas e fiscais, que multiplicaram os impostos. Com o aumento da população era preciso um plano de educação que já estava sendo realizado pelos jesuítas. Mas o primeiro-ministro descontente com a falta de poder que a corte tinha sobre os jesuítas, os expulsa das terras brasileiras e portuguesas.</p>
<p>As escolas foram fechadas e foi realizada uma verdadeira reforma na educação. Pombal queria que os índios substituíssem o trabalho braçal da Amazônia, por isso criou a Vila Pombalina a fim de controlar os indígenas economicamente e socialmente. Existiam duas escolas dentro da vila, uma para as meninas e outra para os meninos e todos estavam proibidos de falar qualquer língua indígena. Além disso, ele criou aulas régias de latim, grego e retórica, cada aula era dirigida por um único professor e nenhuma tinha ligação com a outra. O problema era que Pombal queria educar para que estas pessoas pudessem ajudar nos interesses do estado, mas ele não tinha a mínima ideia do que estava fazendo. Foi aí que no ano de 1798, através da Carta Régia de D.Maria I, os índios passaram a serem integrados na sociedade, suas aldeias foram transformadas em vilas e eles podiam casar-se com portugueses. Os planos de Pombal foram por água abaixo.</p>
<p>Com a educação em crise, em 1772 foi instituído o Subsídio literário, que tinha como finalidade estimular os professores aumentando o salário realizando a manutenção do ensino primário e médio através de impostos cobrados sobre a carne, o vinho, o vinagre e a aguardente. O problema é que nunca foi colocado em prática regularmente e os professores ficaram a ver navios.</p>
<p>Pombal também acabou com as <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/capitania-hereditaria/">capitanias hereditárias</a>, trocou a capital que era Salvador pelo Rio de Janeiro, criou duas companhias de comércio (Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão/Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba) e aumentou a cobrança de impostos sobre a exploração de ouro o que culminou na Inconfidência Mineira.</p>
<p>Depois da morte de D.José I, foram várias as medidas do Marquês que foram anuladas. O período Pombalino terminou de fato com a chegada da família real ao Brasil em 1808.</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=vxatL5Q2mVQC&amp;pg=PA35&amp;dq=per%C3%ADodo+pombalino&amp;hl=pt-br&amp;ei=bpvBTOPNEo2fOtTTiZ8M&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1&amp;ved=0CCcQ6AEwAA#v=onepage&amp;q=per%C3%ADodo%20pombalino&amp;f=false">http://books.google.com/books?id=vxatL5Q2mVQC&amp;pg=PA35&amp;dq=per%C3%ADodo+pombalino&amp;hl=pt-br&amp;ei=bpvBTOPNEo2fOtTTiZ8M&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=1&amp;ved=0CCcQ6AEwAA#v=onepage&amp;q=per%C3%ADodo%20pombalino&amp;f=false</a></p>
<p><a href="http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb03.htm">http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb03.htm</a></p>
<p><a href="http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/periodo-pombalino.jhtm">http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/periodo-pombalino.jhtm</a></p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=9ZyCdrVMe30C&amp;pg=PA25&amp;dq=per%C3%ADodo+pombalino&amp;hl=pt-br&amp;ei=bpvBTOPNEo2fOtTTiZ8M&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=3&amp;ved=0CDEQ6AEwAg#v=onepage&amp;q=per%C3%ADodo%20pombalino&amp;f=false">http://books.google.com/books?id=9ZyCdrVMe30C&amp;pg=PA25&amp;dq=per%C3%ADodo+pombalino&amp;hl=pt-br&amp;ei=bpvBTOPNEo2fOtTTiZ8M&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=3&amp;ved=0CDEQ6AEwAg#v=onepage&amp;q=per%C3%ADodo%20pombalino&amp;f=false</a></div>
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		<title>Revolta Paulista de 1924</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 17:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristine Delphino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil República]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecida também como “Revolução Esquecida”, “Segundo 5 de Julho” ou “Revolução de Isidoro”,  a Revolta Paulista de 1924 foi o maior conflito armado na cidade de São Paulo caracterizando-se por ser uma Revolta tenentista, ou seja, rebeliões praticadas por jovens oficiais que compunham o Exército Brasileiro e que não estavam contentes com a situação política [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">Conhecida também como “<strong>Revolução Esquecida</strong>”, “Segundo 5 de Julho” ou “Revolução de Isidoro”,  a <strong>Revolta Paulista de 1924</strong> foi o maior conflito armado na cidade de São Paulo caracterizando-se por ser uma Revolta tenentista, ou seja, rebeliões praticadas por jovens oficiais que compunham o Exército Brasileiro e que não estavam contentes com a situação política do país.</p>
<p>Esta Revolta estourou no dia 5 de julho de 1924 pelos tenentes que eram contra o sistema oligárquico vigente, eles reivindicavam reformas sociais e também políticas. Liderada pelo General Isidoro Dias Lopes, aproximadamente mil homens fizeram parte do movimento que inicialmente tinha o objetivo de se espalhar por outras cidades do país, porém somente Mato Grosso, Amazonas, Pará, Sergipe e Rio Grande do Sul aderiram a este movimento em datas diferentes, o que permitiu que o presidente conseguisse combater esses focos de lutas separadamente.</p>
<p>Os membros tomaram pontos estratégicos com o objetivo de tirar do poder o presidente Artur Bernardes. Eles chegaram até a atacar a sede do governo do Estado de São Paulo, o Palácio dos Campos Elíseos. Mais de 300 mil pessoas saíram refugiadas, incluindo o presidente do Estado, Carlos de Campos. A ideia era que o vice-presidente do estado, Coronel Fernando Prestes de Albuquerque assumisse o poder. O Coronel alegou que só aceitaria se fosse legalmente e espontaneamente cedido por Carlos Campos.</p>
<p>Sem apoio popular a Revolta enfraqueceu. O problema também é que eles não contavam com um projeto de poder específico, além de terem dificuldades em lidar com a superioridade bélica das forças do governo, que bombardeava a cidade de São Paulo. Os tenentistas viram-se obrigados a deslocar a Revolta e foram para Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, onde a Revolta sofreu a maior derrota.</p>
<p>No começo de agosto de 1924, a Revolta foi encerrada e Carlos de Campos retornou a São Paulo.</p>
<p>Os membros derrotados foram para o Norte do Paraná aonde se juntaram aos militares liderados por Luís Carlos Prestes, em 1925 e formaram a Coluna Miguel Costa-Prestes.</p>
<p>Fontes:</p>
<p>http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/revolta-de-1924.htm</p>
<p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_Paulista_de_1924</p>
<p>http://www.arquivoestado.sp.gov.br/</p></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sete Povos das Missões</title>
		<link>http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/sete-povos-das-missoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 21:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristine Delphino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Colônia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sete Povos da Missões ou Missões Orientais são sete aldeamentos habitados antigamente pelos indígenas e fundado pelos jesuítas na região que é hoje o estado do Rio Grande do Sul. Faziam parte as seguintes missões: São Francisco de Borja São Nicolau São Miguel Arcanjo São Lourenço Mártir São João Batista São Luiz Gonzaga Santo Ângelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><strong>Sete Povos da Missões</strong> ou <strong>Missões Orientais</strong> são sete aldeamentos habitados antigamente pelos indígenas e fundado pelos jesuítas na região que é hoje o estado do Rio Grande do Sul. Faziam parte as seguintes missões:<a rel="attachment wp-att-1975" href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/sete-povos-das-missoes/attachment/sete-povos-missoes/"><img class="alignright size-medium wp-image-1975" title="sete povos missoes" src="http://www.historiabrasileira.com/files/2010/10/sete-povos-missoes-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a></p>
<ol>
<li>São Francisco de Borja</li>
<li>São Nicolau</li>
<li>São Miguel Arcanjo</li>
<li>São Lourenço Mártir</li>
<li>São João Batista</li>
<li>São Luiz Gonzaga</li>
<li>Santo Ângelo Custódio</li>
</ol>
<p>A redução de <strong>São Nicolau</strong> foi a primeira a ser fundada, no ano de 1626, mas só foi em 1687 que as instalações permanentes foram inauguradas. Este espaço de tempo deve-se a fuga devido aos ataques dos bandeirantes. A população que compunha a missão se abastecia principalmente do gado. Foi a maior missão dos Sete Povos e registros indicam que no ano de 1732 haviam 7.751 índios. Este número de índios foi somente os que estavam na sede, acredita-se que existiam muito mais.</p>
<p><strong>São Miguel de Arcanjo</strong> foi a segunda redução a ser construída a partir de 1687 pelos guaranis. Contava no ano de 1732 com 4.589 indígenas.</p>
<p>A missão de <strong>São Francisco de Borja</strong> foi fundada em 1682 e é localizada mais ao sul do que os demais povos. Ela é tão importante que pode ser considerada como a primeira missão, mesmo cronologicamente tendo sido a terceira. Isso se deve ao fato de que ao ser fundada deu-se inicio ao processo evangelizador das missões jesuítas no Rio Grande do Sul.</p>
<p><strong>São Luiz Gonzaga</strong> foi fundada em 1687 e contava com 6.182 índios que habitavam a região rodeada pelos rios Uruguai, Ijuí e Piratinim. Em 1690 foi fundada a missão de São Lourenço que ficava localizado a margem esquerda do rio Uruguai e contava com 6.513 indígenas. Sete anos depois foi instalada a missão de São João Baptista que contava com 5.274 índios somente na área urbana. A última missão a ser instalada foi a de Santo Ângelo Custódio, no ano de 1706 e por sua vez contava com 5.085 índios.</p>
<p>O declínio dos Sete Povos começou durante o século XVIII. A região estava sendo disputada entre os espanhóis e portugueses. Ficou acertado através do Tratado de Madri, firmado em 1750, que Portugal trocaria a Colônia de Sacramento (para os espanhóis) pela região em disputa, desde que os espanhóis retirassem os jesuítas. O problema é que ninguém queria sair, nem os jesuítas, nem os índios e até mesmo os portugueses, que não queriam deixar Sacramento.</p>
<p>Os índios, que recebiam instruções dos jesuítas, se armaram e os confrontos foram inevitáveis. A mais dolorosa guerra das missões foi a <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/guerras-guaraniticas/">Guerra Guaranítica</a>. Em 1753 os índios guaranis se nem a deixar as suas terras, um ano depois a guerra eclode. Portugueses e espanhóis se aliam e dois anos depois os guaranis são derrotados. Os jesuítas também sofreram já que foram expulsos de solos brasileiros e os índios dispersaram. Enfim, as missões foram abandonadas.</p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://books.google.com/books?id=KDxd0XpIXJwC&amp;pg=PA47&amp;dq=sete+povo+das+miss%C3%B5es&amp;hl=pt-br&amp;ei=pD-_TNvIJIqUOoWStTg&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=3&amp;ved=0CDEQ6AEwAg#v=onepage&amp;q=sete%20povo%20das%20miss%C3%B5es&amp;f=false">http://books.google.com/books?id=KDxd0XpIXJwC&amp;pg=PA47&amp;dq=sete+povo+das+miss%C3%B5es&amp;hl=pt-br&amp;ei=pD-_TNvIJIqUOoWStTg&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=3&amp;ved=0CDEQ6AEwAg#v=onepage&amp;q=sete%20povo%20das%20miss%C3%B5es&amp;f=false</a></p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=nFffUgi4tj0C&amp;pg=PA24&amp;dq=sete+povo+das+miss%C3%B5es&amp;hl=pt-br&amp;ei=pD-_TNvIJIqUOoWStTg&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=6&amp;ved=0CEAQ6AEwBQ#v=onepage&amp;q=sete%20povo%20das%20miss%C3%B5es&amp;f=false">http://books.google.com/books?id=nFffUgi4tj0C&amp;pg=PA24&amp;dq=sete+povo+das+miss%C3%B5es&amp;hl=pt-br&amp;ei=pD-_TNvIJIqUOoWStTg&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=6&amp;ved=0CEAQ6AEwBQ#v=onepage&amp;q=sete%20povo%20das%20miss%C3%B5es&amp;f=false</a></div>
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		<title>Conspiração dos Suassunas</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 19:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristine Delphino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Colônia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Conspiração dos Suassunas aconteceu em 1801 em Pernambuco. Esta conspiração pode ser datada como o início do processo da Independência de Pernambuco. Durante aquele período o acesso a ideias do Iluminismo e informações da Revolução Francesa era privilégio de poucos devido a alta taxa de analfabetismo. Juntando a isso a falta de conexão entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">A <strong>Conspiração dos Suassunas </strong>aconteceu em 1801 em Pernambuco. Esta conspiração pode ser datada como o início do processo da Independência de Pernambuco.</p>
<p>Durante aquele período o acesso a ideias do Iluminismo e informações da Revolução Francesa era privilégio de poucos devido a alta taxa de analfabetismo. Juntando a isso a falta de conexão entre as demais colônias por problemas de transporte, era natural que existisse uma maior vontade de lutar pela independência das capitanias (cada um por si) do que pelo país inteiro.</p>
<p>O padre e também membro da Sociedade Literária do Rio de Janeiro, Arruda Câmara, parte deste pequeno grupo de pessoas intelectualizadas, resolveu fundar no ano de 1798 uma sociedade secreta muito similar a Maçonaria (sociedade que tem como princípio a liberdade, democracia, igualdade e fraternidade), chamada loja maçônica Areópago. A regra era que nenhum europeu fazia parte.</p>
<p>Ao longo do tempo, as discussões dentro deste grupo começaram a refletir numa oposição geral dos membros em relação ao domínio português em solo brasileiro. A partir daí, algumas ideias começaram a surgir como a possibilidade de emancipar Pernambuco contando na retaguarda com a ajuda de ninguém menos do que Napoleão Bonaparte. Os irmãos Luís Francisco de Paula, José de Paula Cavalcante de Albuquerque e Francisco de Paula, este último dono do Engenho Suassuna, eram os líderes deste movimento de independência. O que eles não contavam era que algum traidor denunciaria para as autoridades os planos que eles tinham. Foi exatamente no dia 21 de maio de 1801 que os três foram presos e mais tarde absolvidos, já que não existia provas que os incriminavam.</p>
<p>Em 1802 o Aerópago fechou, mas reabriu algum tempo depois agora com o nome de Academia dos Suassunas. Foi preciso mais quinze anos para que as ideias plantadas pelos três irmãos voltassem a aparecer e a vontade de se emancipar novamente viesse à tona na Revolução Pernambucana de 1817.</p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://portalmultirio.rio.rj.gov.br/historia/modulo02/suassunas.html">http://portalmultirio.rio.rj.gov.br/historia/modulo02/suassunas.html</a></p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=fJspt-N0PWYC&amp;pg=PA222&amp;dq=conspira%C3%A7%C3%A3o+dos+suassunas&amp;hl=pt-br&amp;ei=NwK_TOKdE5HrOZrX5Ds&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=5&amp;ved=0CDsQ6AEwBA#v=onepage&amp;q=conspira%C3%A7%C3%A3o%20dos%20suassunas&amp;f=false">http://books.google.com/books?id=fJspt-N0PWYC&amp;pg=PA222&amp;dq=conspira%C3%A7%C3%A3o+dos+suassunas&amp;hl=pt-br&amp;ei=NwK_TOKdE5HrOZrX5Ds&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=5&amp;ved=0CDsQ6AEwBA#v=onepage&amp;q=conspira%C3%A7%C3%A3o%20dos%20suassunas&amp;f=false</a></p>
<p><a href="http://books.google.com/books?id=lTMN4ifXPrIC&amp;pg=PA25&amp;dq=conspira%C3%A7%C3%A3o+dos+suassunas&amp;hl=pt-br&amp;ei=NwK_TOKdE5HrOZrX5Ds&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=2&amp;ved=0CCwQ6AEwAQ#v=onepage&amp;q=conspira%C3%A7%C3%A3o%20dos%20suassunas&amp;f=false">http://books.google.com/books?id=lTMN4ifXPrIC&amp;pg=PA25&amp;dq=conspira%C3%A7%C3%A3o+dos+suassunas&amp;hl=pt-br&amp;ei=NwK_TOKdE5HrOZrX5Ds&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=2&amp;ved=0CCwQ6AEwAQ#v=onepage&amp;q=conspira%C3%A7%C3%A3o%20dos%20suassunas&amp;f=false</a></div>
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		<title>A expulsão dos jesuítas do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 11:22:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristine Delphino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Colônia]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o século XVIII o Brasil foi o cenário de uma luta entre duas grandes forças: a igreja e o governo. Os jesuítas chegaram ao país em 1549, mais precisamente em Salvador (cidade fundada com ajuda deles), na Bahia, através da expedição de Tomé de Souza. Além de catequizar os índios, os jesuítas construíram colégios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">Durante o século XVIII o Brasil foi o cenário de uma luta entre duas grandes forças: a igreja e o governo. Os <strong><a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/missoes-jesuiticas-no-brasil/">jesuítas</a></strong> chegaram ao país em 1549, mais precisamente em Salvador (cidade fundada com ajuda deles), na Bahia, através da expedição de Tomé de Souza. Além de catequizar os índios, os jesuítas construíram colégios que iam do Ceará a Santa Catarina e foram muitos que deram o seu sangue pelos colégios, por Portugal e pelos indígenas. Com o decorrer do tempo a influência dos jesuítas ia crescendo e eles passaram a ter uma certa independência em relação ao Estado e até da própria igreja.</p>
<p>Somando com isso, é importante também entender que com a entrada do século XVIII, a Europa passou a contar com uma teoria política que vai contra o iluminismo, conhecida como Absolutismo que pregava que uma pessoa deve ter o poder absoluto (judicial, legislativo e religioso). Até então a igreja era muito poderosa, Portugal passou então a pregar três medidas. O Despotismo Esclarecido, ou seja acreditava-se no direito divino do rei; o Regalismo onde o chefe do estado podia interferir em assuntos internos da igreja e o Beneplácito Régio onde a igreja tinha que contar com a aprovação do monarca. Era o Marquês de Pombal o representante do Despotismo Esclarecido e o ministro do reino de Portugal.</p>
<p>O Marquês realizou a conhecida “Reforma Pombalina” que tinha como intenção transformar Portugal numa metrópole capitalista, assim como outros países europeus já capitalizados. A escravidão dos índios foi extinta e eles até poderiam se casar com portugueses. A ideia de Pombal ao permitir isso, era a de que os índios se miscigenassem, houvesse um crescimento populacional e então o Estado contasse com mais força nas fronteiras do interior.</p>
<p>Quando os índios passaram a ser livres, isso chocou-se contra os jesuítas, que não deixavam que a autoridade real interferisse nos assuntos deles. Marquês de Pombal que queria realizar uma reforma e aproveitar e centralizar o poder, expulsou os 670 jesuítas que aqui moravam e mandou fechar os colégios. Eles foram acusados de traição, o Padre Gabriel Malagrida foi queimado em praça pública e o restante embarcou para Lisboa aonde foram presos.</p>
<p>Quando rei de Portugal D. José I morreu e foi substituído por D. Maria I, Pombal foi condenado e só não foi executado devido a sua idade avançada, ele contava com 78 anos.</p>
<p>Fontes:</p>
<p>http://books.google.com/books?id=vxatL5Q2mVQC&#038;pg=PA35&#038;dq=expulsao+dos+jesuitas+do+brasil&#038;hl=pt-br&#038;ei=deC-TO-_PM_qOYSN_VI&#038;sa=X&#038;oi=book_result&#038;ct=result&#038;resnum=8&#038;ved=0CEwQ6AEwBzgK#v=onepage&#038;q&#038;f=false</p>
<p>http://www.maxpagesplus.com/elias/Os_Jesuitas_no_Brasil_Colonia</p>
<p>http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/periodo_pombalino_intro.html</p></div>
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		<title>Federação do Guanais</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 17:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristine Delphino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Período Regencial]]></category>

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		<description><![CDATA[A Federação dos Guanais aconteceu entre 1821 e 1823 em terra baiana e caracteriza-se por ser uma revolta nativista, ou seja, conflito entre os portugueses e os nativos brasileiros que aqui viviam. A Conjuração Baiana que aconteceu em 1798 e que tinha como objetivo liberar os escravos, instaurar uma República e um governo que fosse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->A <strong>Federação dos Guanais</strong> aconteceu entre 1821 e 1823 em terra baiana e caracteriza-se por ser uma revolta nativista, ou seja, conflito entre os portugueses e os nativos brasileiros que aqui viviam.</p>
<p>A <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/conjuracao-baiana/">Conjuração Baiana</a> que aconteceu em 1798 e que tinha como objetivo liberar os escravos, instaurar uma República e um governo que fosse igualitário; serviu como um estimulo para que os baianos lutassem pela independência do estado através de revoltas. A Bahia ganhou então a sua independência em 1823 em relação a Portugal. Enquanto isso o Brasil vinha enfrentando alguns problemas políticos, como por exemplo quando D. Pedro I abriu mão do seu poder em favor do seu filho ainda menor. Em todo o país eram planejados levantes e revoltas. Para conter esse estado de emergência e baderna, em 1831 deu-se início a Regência Trina Permanente que tinha como objetivo garantir o equilíbrio político e regional. Parecia que tudo ia bem e as coisas estavam funcionando, até que grupos políticos passaram a reivindicar a favor de seus ideais, causando motins, muitas vezes sendo apoiados pelas tropas. Foi a partir dessa situação que eclodiu a revolta na Bahia.</p>
<p>O capitão Bernardo Miguel Guanais Mineiro e de Carmo Sucupira tinha como meta criar programas de reforma políticas através da implantação de um sistema federal do governo. Liderando a revolta, o capitão conquistou a vila de Cachoeira, lugar onde resistiu por uma semana as fortes investidas que sofria do governo provincial para que se entregasse. Com o cerco fechado, Guanais foi levado preso para o Forte do Mar, em Salvador, junto com mais oitenta integrantes do seu movimento.</p>
<p>Não demorou muito para que ele e os outros presos tomassem o forte, içassem uma bandeira com de listras verticais, sendo uma listra azul entre duas brancas e em seguida iniciassem uma guerra contra Salvador, bombardeando cantos da cidade. Foram quatro dias até serem finalmente dominados.</p>
<p>A Federação não deu muito certo, mas motivou em seguida a <a href="http://www.historiabrasileira.com/periodo-regencial/sabinada/">Sabinada</a>, ganhou peso durante o final do 2ºReinado até finalmente resultar na tão sonhada Proclamação, que aconteceu em 1889.</p>
<p>Fontes:</p>
<p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Federação_do_Guanais</p></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Guerra dos Manaus</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 02:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristine Delphino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Colônia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Guerra dos Manaus aconteceu entre 1723 e 1728 e caracteriza-se por ser mais uma entre as várias guerras entre os portugueses e os indígenas que ali habitavam. O século XVI é conhecido também pela famosa busca do El Dorado, a cidade de ouro. Vieram pessoas de toda a partes do país explorarem as terras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">A <strong>Guerra dos Manaus</strong> aconteceu entre 1723 e 1728 e caracteriza-se por ser mais uma entre as várias guerras entre os portugueses e os indígenas que ali habitavam.</p>
<p>O século XVI é conhecido também pela famosa busca do El Dorado, a cidade de ouro. Vieram pessoas de toda a partes do país explorarem as terras do rio Negro em busca de algum rastro dessa lenda e conforme iam encontrando com os nativos da região iam deixando somente duas alternativas impostas para estes: ou se mudavam ou eram capturados.</p>
<p>Nesta região existia uma tribo, conhecida como <em>Manaos</em> e o seu líder era o lendário Ajuricaba. O líder indígena já tinha uma certa desconfiança e raiva dos portugueses maior do que os problemas que ele via que eles causavam para a sua gente. Tudo porque seu pai Huiuebene foi morto pelos lusitanos, os mesmos que outrora ele tinha um trato. O estopim da sua morte foi um desentendimento.</p>
<p>Sabendo da situação que se encontrava o rio Negro, Ajuricaba aliou-se aos holandeses que se encontravam no Suriname e foi então que começou a luta de resistência contra os invasores. O líder não perdoava os traidores, ia em busca dos índios traidores, capturava e vendia para os holandeses como escravos, o que causava uma grande confusão. Pouco a pouco ele ia conquistando mais terras e contava também com a ajuda de mais de trinta nações que formavam uma espécie de confederação indígena e mais aliados para a sua luta. Não demorou muito para que os núcleos dos colonos fossem destruídos e eles fossem obrigados procurarem refúgio no Forte da Barra.</p>
<p>Esse poder que Ajuricaba possuía surpreendeu o governador do Grão-Pará e Rio Negro que pediu ajuda para Portugal para que eles enviassem mais tropas para acabar com a tribo. O capitão João Paes de Amaral, veio em auxílio do governador, liderando uma expedição caracterizada como punitiva.</p>
<p>Assim que os jesuítas souberam de toda a situação, correram para o rio Negro a fim de acalmar os ânimos. O padre encarregado, José de Sousa conseguiu alguns acordos com Ajuricaba, como por exemplo a liberação de escravos em troca do pagamento do resgate. Porém, assim que o padre deixou o rio, pensando que tinha conseguido fazer uma boa ação, Ajuricaba retornou os ataques e mesmo recebendo o pagamento do resgate, jamais libertou os presos.</p>
<p>Depois de alguma certa resistência, Ajuricaba foi cercado pela tropa de Paes de Amaral e preso junto com cerca de trezentos a dois mil companheiros. Com a mínima intenção de ser feito prisioneiro, ao ser transportado por canoa para Belém, Ajuricaba jogou-se no rio e nunca mais foi encontrado nem vivo e nem morto.</p>
<p>Fonte:</p>
<p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Manaus</p></div>
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