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	<title>História Brasileira</title>
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	<description>Toda a história do Brasil em um site!</description>
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		<title>Revolução de 1923</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristine Delphino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil República]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos levantes mais importantes da história do Rio Grande do Sul foi a Revolução de 1923, conhecido como um movimento armado. No ano de 1893, assumiu o cargo de governador do Rio Grande, Júlio de Castilhos, que conta com a Revolução Federalista que desenvolveu-se durante o seu mandato. Em 1898, é eleito então Borges [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos levantes mais importantes da história do Rio Grande do Sul foi a <strong>Revolução de 1923</strong>, conhecido como um movimento armado.</p>
<p>No ano de 1893, assumiu o cargo de governador do Rio Grande, Júlio de Castilhos, que conta com a <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-republica/revolucao-federalista/">Revolução Federalista</a> que desenvolveu-se durante o seu mandato.</p>
<p>Em 1898, é eleito então Borges de Medeiros, que ocupou o poder por quase 20 anos, sendo que foi reeleito em 1903 e ficou até 1908, quando decidiu não mais se candidatar. Escolheu então uma pessoa de sua confiança, Carlos Barbosa, que contava com a influência por trás de Borges que praticamente continuava a governar. Este foi reeleito em 1913 e ocupou o cargo até 1923, sendo reeleito mais uma vez.</p>
<p>Finalmente, em 1920, Borges de Medeiros anuncia a sua candidatura apoiado pelo Partido Republicano Riograndense (PRR). Do outro lado, uma aliança formada pelos opositores do governo, a Aliança Libertadora, lança Assis Brasil para concorrer com Borges.</p>
<p>As campanhas eleitorais foram bem quentes, com violência entre os simpatizantes do PRP contra a Aliança. O jornal “A Federação”, do PRP, anuncia a vitória de Borges, sendo que a reeleição era válida se o candidato recebe votos que superassem 75%. A revolta foi geral, acreditavam em fraudes nas votações e então, deu-se início a Revolução.</p>
<p>A Aliança, acreditava que se lutassem armados, eles chamariam a atenção do presidente <a href="http://www.historiabrasileira.com/biografias/artur-bernardes/">Arthur Bernardes</a> que teria que intervir na ocupação do cargo de Borges.</p>
<p>Foram criados os “Corpos Provisórios”, que tinham como objetivo combater os revoltosos e contavam com o apoio da Brigada Militar. Já os revoltosos não contavam com a organização e estratégia dos corpos provisórios e saqueavam vilas e cidades distantes de Porto Alegre.</p>
<p>Em outubro, revoltosos tentaram tomar posse de Pelotas, importante cidade, até conseguiram, mas logo foram expulsos diante de ameaças de que as forças governistas atacariam.</p>
<p>Cansados e diante da evidência de que não existiria apoio do presidente, os revoltosos levantaram a bandeira branca no dia 6 de novembro. Foi assinado no outro dia, um armistício que não foi muito respeitado. Um mês depois, o Pacto de Pedras Altas foi criado para acalmar a Revolução. Assim, Borges permaneceu ocupando seu cargo até 1928, e não pode ser reeleito diante da reforma da Constituição de 1891. Seu sucessor foi nada menos que Getúlio Vargas.</p>
<p>Fontes:<br />
http://www.cpovo.net/jornal/especiais/cpespecial/html/ECONOMIA.HTM<br />
http://www.wsws.org/pt/2008/dec2008/ale3-d10.shtml<br />
http://www.guiadigital.info/panambi/cidade/index2.php?arquivo=215<br />
http://www.webcanal.com.br/pessoais/avargas/cap12.htm</p>
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		<title>História de Santa Catarina</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristine Delphino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[A região de Santa Catarina foi descoberta pelas primeiras expedições exploradoras do Brasil, sendo a expedição de Juan Dias de Solis, ocorrida em 1515, a mais significativa. Os onze náufragos que faziam parte da expedição foram recebidos pelos índios carijós que habitavam naquela região. Juan Dias de Solis chamou aquele lugar de a baía dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A região de <strong>Santa Catarina</strong> foi descoberta pelas primeiras expedições exploradoras do Brasil, sendo a expedição de <strong>Juan Dias de Solis</strong>, ocorrida em 1515, a mais significativa. Os onze náufragos que faziam parte da expedição foram recebidos pelos índios carijós que habitavam naquela região. Juan Dias de Solis chamou aquele lugar de a baía dos “perdidos”. Os primeiros habitantes de Santa Catarina foram os náufragos e os desertores. Bem tratados pelos habitantes locais, os náufragos iniciaram com eles uma rápida miscigenação.</p>
<p>Em 1526, <strong>Sebastião Caboto</strong>, durante a sua expedição, nomeou a ilha de “Porto dos Patos”. Em 1529, Diego Ribeiro chamou a ilha de Santa Catarina. Mas, a ilha começou a ser realmente ocupada em 1637, com a chegada dos <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/bandeirantes/">bandeirantes</a> dando início a futura povoação de Nossa Senhora do Desterro, que mais tarde foi nomeada Florianópolis. Em várias viagens para a ilha foram desembarcados cerca de 4500 colonos naquela época. Em 1660, foi fundada a vila de Nossa Senhora da Graça, hoje São Francisco do Sul, lá foi construída a primeira capela do estado. Em 1714, era criado o segundo município de Santa Catarina, chamado de Santo Antônio dos Anjos da Laguna, conhecido atualmente como Laguna.</p>
<p>Em 1726, aconteceu a separação de Laguna com Nossa Senhora do Desterro. Em 1739, Santa Catarina passou a ser o posto português mais avançado da América do Sul, o que ambicionou os espanhóis que decidiram invadir a ilha. O que foi feito em 1777. Os espanhóis expulsaram tropas e autoridades para o continente, sendo a ilha devolvida para Portugal após o <strong>Tratado de Santo Idelfonso</strong> que aconteceu naquele mesmo ano.</p>
<p>Os imigrantes alemães chegaram na região em 1829 e os italianos em 1877, onde instalaram diversas colônias.</p>
<p>Em 1839, aconteceu a Revolução Farroupilha, que tinha como principal objetivo, transformar Santa Catarina em uma República, separada do restante do país. Os farrapos tomaram a cidade de Laguna nomeando-a cidade Juliana de Laguna, onde foi instalado o Governo da República Farroupilha e a cidade foi nomeada a capital do estado. Em 1845, os farrapos foram derrotados.</p>
<p>O estado esteve envolvido também na <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-republica/guerra-do-contestado/">Guerra do Contestado</a>, que aconteceu no ano de 1912 e durou até 1916.</p>
<p>Fontes:<br />
http://www.sc.gov.br/conteudo/santacatarina/historia/paginas/14municipios.html<br />
http://www.pampasonline.com.br/Terrasdosul/historiasc.htm</p>
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		<title>História do Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristine Delphino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[A região do estado do Rio Grande do Sul era habitada pelos índios muito antes da chegada dos portugueses ao Brasil. Com a colonização das terras brasileiras, todo este território passou a pertencer aos espanhóis devido ao Tratado de Tordesilhas, de 1493. Muitos dos índios foram escravizados e obrigados a trabalhar em diversos cantos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A região do estado do <strong>Rio Grande do Sul</strong> era habitada pelos índios muito antes da chegada dos portugueses ao Brasil. Com a colonização das terras brasileiras, todo este território passou a pertencer aos espanhóis devido ao <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-pre-colonial/tratado-de-tordesilhas/">Tratado de Tordesilhas</a>, de 1493. Muitos dos índios foram escravizados e obrigados a trabalhar em diversos cantos do país.</p>
<p>Durante o longo do século XVII, a região do Sul começou a chamar a atenção dos colonizadores e gradativamente foi sendo povoada. Muitos padres jesuítas espanhóis se mudaram para com a missão de converter os índios. Através das missões jesuíticas, os padres tiveram um pequeno sucesso e formaram pequenos grupos de religiosos. A primeira residência dos padres foi em Imbituba. Em 1634, foi introduzido o gado nas missões, pois os padres temiam não conseguir alimento suficiente para os índios convertidos.</p>
<p>Não tardou muito para que os jesuítas, acuados pelos <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/bandeirantes/">bandeirantes</a>, optassem por levantar o acampamento, abandonar as terras e levar todos os índios catequizados, deixando para trás os que não se converteram a mercê dos bandeirantes que queriam escravizá-los. Com medo das grandes expedições promovidas pelos bandeirantes, tendo como lembrança a grande bandeira ocorrida naquele território entre os anos de 1628 e 1629, liderada por <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/antonio-raposo-tavares/">Antônio Raposo Tavares</a>, que atacou 30 mil índios e escravizou 12 mil que nunca mais voltaram para as suas terras, a melhor alternativa para os jesuítas era fugir da grande exposição que passou a sofrer essa região devido a busca de trabalho escravo.</p>
<p>Em 1682, jesuítas espanhóis aproveitando que os bandeirantes estavam entretidos com a extração de ouro e pedras preciosas, fundaram a primeira cidade do Rio Grande do Sul: São Francisco de Borja, atualmente chamada a cidade de São Borja.</p>
<p>Quase oito anos depois, povoadores organizados deram origem a cidade de Porto Alegre, onde foram criadas várias estâncias (fazendas), que em 1780, eram pioneiras na produção de charque, sendo vendido para todo o país. Era utilizada a mão de obra escrava para a fabricação do produto.</p>
<p>Em 1824, vieram para a região os primeiros imigrantes alemães, sendo a maioria deles, lavradores que receberam um pequeno lote de terra ao longo do Vale dos Sinos e na encosta da Serra. Trabalhavam com o artesanato e pequenas indústrias, tendo como principal mercado, a cidade de Porto Alegre. Não era permitido para os imigrantes ter escravos.</p>
<p>Já os italianos chegaram em 1875 e ficaram com as terras menos acessíveis, assentaram então em Conde d’ Eu e D. Isabel. Dedicaram-se a vitivinicultura, extração de madeira e ao artesanato. É importante levar em consideração que a imigração impulsionou o crescimento econômico da região.</p>
<p>O Rio Grande do Sul desempenhou um papel importante durante a luta pela independência e quando a sua população entrou em conflito com o poder central, estoura a Revolta dos Farrapos, que durou de 1835 a 1845.</p>
<p>Fonte:<br />
http://www.pampasonline.com.br/Terrasdosul/historiars.htm<br />
http://www.riogrande.com.br/historia/temas_origem_do_rs1.htm<br />
http://www.cultura.rs.gov.br/principal.php?inc=arq_hist<br />
http://www.cidadebrasileira.brasilescola.com/rio-grande-sul/<br />
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/500br/rs.htm</p>
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		<title>Integralismo</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil República]]></category>

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		<description><![CDATA[Também conhecido como Nacionalismo Integral, o Integralismo tem como características o ultra conservadorismo e defende que uma sociedade só consegue funcionar com ordem e paz. A doutrina ainda prega o respeito às hierarquias sociais, a demonstração de méritos pessoais, união da sociedade e harmonia. Sua inspiração provém da Doutrina Social da Igreja Católica, nascida em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Também conhecido como <strong>Nacionalismo Integral</strong>, o <strong>Integralismo</strong> tem como características o ultra conservadorismo e defende que uma sociedade só consegue funcionar com ordem e paz. A doutrina ainda prega o respeito às hierarquias sociais, a demonstração de méritos pessoais, união da sociedade e harmonia. Sua inspiração provém da Doutrina Social da Igreja Católica, nascida em Portugal do século XX e se opõe à idéias da Revolução Francesa, ao comunismo, socialismo e ao anarquismo.</p>
<p>O integralismo chegou ao Brasil no início do século XX, nos anos 30, quando o país era chefiado pelo ditador <a href="http://www.historiabrasileira.com/biografias/getulio-vargas/">Getúlio Vargas</a>. Porém, o integralismo brasileiro tem suas diferenças com o modelo aplicado em Portugal. No Brasil, a questão do regime republicano ou monárquico não foi contestada, mas a inspiração na doutrina católica e o antiestatismo modernista do facismo marcaram presença, principalmente no caso de Plínio Salgado, que ajudou a fundar a Ação Integralista Brasileira, tornando-se o chefe deste movimento nacional.</p>
<p>Durante todo o Governo Vargas o integralismo esteve no poder de 1930 a 1945. Foi o partido integralista que deu sustentação à ditadura Vargas em um primeiro momento. Porém, Vargas não se revelou o que os Integralistas esperavam. Após tentarem um golpe de estado em 1938, acabaram fracassando. Os integralistas ainda seriam os responsáveis pela derrota das tropas violentas de <a href="http://www.historiabrasileira.com/biografias/luis-carlos-prestes/">Luiz Carlos Prestes</a> na <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-republica/intentona-comunista/">Intentona Comunista</a> de 1935.</p>
<p>A linha de pensamento Integralista baseia-se na necessidade de um sistema político adequado para cada país. Tal sistema deveria adaptar-se à cultura, religião, história e filosofia das nações. A prioridade é a preservação da cultura nacional a qualquer custo, mesmo que se tenha de forjar falsos ídolos nacionais e criar uma cultura inexistente. Um sentimento de preconceito contra tudo que é estrangeiro domina as ideias integralistas. Além disso, o desenvolvimento das zonas rurais é valorizado. Outro aspecto defendido é a criação de uma forma de governo estruturada na ligação do Estado com a família, o que preservaria princípios éticos, religiosos e morais.</p>
<p>Leia também:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-republica/acao-integralista-brasileira/">Ação Integralista Brasileira</a></li>
</ul>
<p>Fontes:<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/Integralismo<br />
http://www.integralismo.org.br/<br />
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/integralismo.jhtm</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Brasil Holandês</title>
		<link>http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/brasil-holandes/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 11:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Colônia]]></category>

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		<description><![CDATA[No período em que ocorreram as duas invasões holandesas no Brasil, a Holanda estava sob domínio da Espanha. Em 1579 os holandeses declaram independência, porém, sem o reconhecimento do país basco. A guerra entre Holanda e Espanha durou até 1648. Com isso teve início o embargo espanhol, no qual a Holanda ficou proibida de se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No período em que ocorreram as duas <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/invasoes-holandesas-no-brasil/">invasões holandesas no Brasil</a>, a Holanda estava sob domínio da Espanha. Em 1579 os holandeses declaram independência, porém, sem o reconhecimento do país basco. A guerra entre Holanda e Espanha durou até 1648. Com isso teve início o embargo espanhol, no qual a Holanda ficou proibida de se relacionar comercialmente com as áreas de dominação espanhola, inclusive o Brasil.</p>
<p>A Holanda reagiu ao embargo criando, em 1602, a Companhia das Índia Orientais, que tinha como objetivo a exploração de áreas conquistadas pelos espanhóis na Ásia e na África. Isso forçou a Espanha a assinar a Trégua dos Doze Anos, acordo que durou de 1609 a 1621. Com o término da trégua e as novas restrições impostas pela corte espanhola, os países criaram a <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/companhia-das-indias-ocidentais/">Companhia das Índias Ocidentais</a> (1621). Assim, começaram as colônias espanholas na América, dentre as quais estava o Brasil.</p>
<p>A primeira invasão holandesa em território brasileiro ocorreu na <a href="http://www.historiabrasileira.com/estados/historia-da-bahia/">Bahia</a>. O almirante Jacob Willekens e seus comandados invadiram a Bahia, que na época era sede do <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/governo-geral/">Governo Geral</a> do Estado do Brasil. A reação dos portugueses e brasileiros veio com o bispo D. Marcos Teixeira e Matia de Albuquerque, um administrador colonial português, irmão do donatário da <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/capitania-de-pernambuco/">Capitania de Pernambuco</a>.</p>
<p>Iniciada uma guerrilha, o avanço holandês foi impedido, porém, estes já haviam conquistado a cidade de Salvador. Mas a presença dos holandeses no Brasil não durou muito. No ano de 1625, a Jornada dos Vassalos, esquadra lusoespanhola, conseguiu expulsar os holandeses com ajuda dos brasileiros.</p>
<p>Mas houve uma segunda invasão holandesa no Brasil, desta vez em Pernambuco. O ano era 1630 e uma tripulação liderada por Diederik van Waerdenburch desembarcou em Olinda com 70 embarcações e iniciou a invasão. O responsável pela capitania era Matias de Albuquerque, que iniciou nova guerrilha contra os holandeses. O maior conflito foi na Baía da Traição em 1631, quando o espanhol D. Antônio de Oquendo afundou afundou a embarcação do almirante holandês Adrian Jansen Pater. Apesar da vitória espanhola, um brasileiro chamado Antonio Domingos Calabar teria traído o governo brasileiro dando dicas sobre cidades do litoral nordestino para os holandeses. Com isso, eles conquistaram diversos fortes, dominando totalmente a região em 1635. Neste mesmo ano, houve a queda do Arraial de Bom Jesus, o que fez com que Matias de Albuquerque fosse para Alagoas. Lá, foi para a cidade de Porto Calvo, onde encontrou um grupo de holandeses dentre o qual estava Calabar. Matias e seus homens derrotaram os holandeses, prenderam e esquartejaram o suposto traidor da pátria.</p>
<p>Para equilibrar os interesses de invadidos e invasores, já que a guerra apenas causava prejuízo para os latifundiários e para os holandeses, foi instaurado o Governo de Nassau, que durou de 1637 a 1644. Entre suas principais caracateristicas estão&#8230;</p>
<ol>
<li>Consquista de Sergipe e Maranhão</li>
<li>Criação da Câmara dos Escabinos</li>
<li>Vinda de artistas e intelectuais da Europa</li>
<li>Urbanização do Recife</li>
<li>Monopólio do mercado escravista</li>
<li>Liberdade religiosa</li>
<li>Financiamentos aos Senhores de Engenho</li>
</ol>
<p>Em 1644, Nassau demitiu-se por descordar com alguns interesses da Companhia das Índias Ocidentais. Neste período, a Companhia e a Holanda passavam por sérios e problemas. Para suprí-los, começaram a exigir demais dos Senhores de Engenho. Isso deu início à <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/insurreicao-pernambucana/">Insurreição Pernambucana</a>, movimento para expulsar os holandeses do Brasil. Liderada por André Vital de Negreiros e outros comparsas, a Insurreição conseguiu expulsar os holandeses em 1654. Entre as batalhas, destacam-se a do Monte das Tabocas, Guararapes e Campina do Taborda.</p>
<p>Fontes:</p>
<p>Migliacci, Paulo. Os Descobrimentos: Origens da supremacia européia. São Paulo: Editora Saraiva, 1994.<br />
Silva, Janice Theodoro. Descobrimentos e Colonização. São Paulo: Editora Ática, 1987.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>História da Bahia</title>
		<link>http://www.historiabrasileira.com/estados/historia-da-bahia/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 11:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rebouças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabem que a Bahia é o berço do Brasil. Em 1500, na região de Porto Seguro, aconteceu o descobrimento oficial do Brasil. A região do atual estado da Bahia começou a ser povoada a partir da primeira metade do século XVI. Os portugueses e piratas europeus iniciaram a exploração do pau-brasil. A colonização começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos sabem que a Bahia é o berço do Brasil. Em 1500, na região de Porto Seguro, aconteceu o descobrimento oficial do Brasil. A região do atual <strong>estado da Bahia</strong> começou a ser povoada a partir da primeira metade do século XVI.</p>
<p>Os portugueses e piratas europeus iniciaram a <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/exploracao-do-pau-brasil/">exploração do pau-brasil</a>. A colonização começou a ser efetivada pelas expedições de “<a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/entradas/">Entradas</a>” que, partindo de Salvador, Ilhéus e Porto Seguro, seguiam rumo ao interior da região.</p>
<p>As entradas eram similares ao movimento das <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/expedicoes-bandeiras/">bandeiras</a> que viria a ocorrer em São Paulo, porém, não obtiveram grandes êxitos e importância. Mas as entradas possibilitaram um melhor conhecimento e povoamento das regiões dos rios São Francisco, das Contas, Paraguaçu, Grande e Verde, e outras regiões do nordeste.</p>
<p>Originalmente, o território da província baiana compreenderia a margem direita do rio São Francisco, sendo a esquerda pertencente à Pernambuco.</p>
<p>Sobre as invasões, depois de 12 anos de trégua entre o Reino da Espanha e as Províncias Unidas, a <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/companhia-das-indias-ocidentais/">Companhia Holandesa das Índias Ocidentais</a>, fundada em 1621, decidiu tomar as regiões açucareras do Brasil Colônia e da África, que na época estavam sob o controle da Coroa Espanhola, no caso do Brasil, devido à União Ibérica.</p>
<p>Os holandeses enviaram uma esquadra muito bem armada para a baía de Todos os Santos, por ser uma região estratégica para as trocas comerciais no Atlântico Sul, e com as demais capitanias do Nordeste. Na época, os holandeses conseguiram ocupar os portos de Salvador e de Luanda.</p>
<p>Os holandeses venceram a resistência portuguesa, dominaram Salvador entre 1624 a 1625, quando perderam o controlo para um cerco organizado pelos portugueses e espanhóis. Para mitigar com o natural refúgio que a baía de todos os santos oferecia aos invasores, o Governador da capitania, Diogo Luís de Oliveira, em 1631, decidiu construir o Forte do Morro de São Paulo, que seria ampliado em 1624.</p>
<p>Os holandeses foram derrotados em novas tentativas de reaver o controle da capitania, a Bahia tornou-se numa referência de defesa na era colonial brasileira. Quando os holandeses conseguiram o controle de Recife, tentaram atacar a Bahia pelo litoral, em 1636, tentaram pelo povoado de Caravelas e, em 1637, Camamu e Ilhéus.</p>
<p>A <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/conjuracao-baiana/">Conjuração Baiana</a> ocorreu em 1798, com o objetivo de se separar na metrópole portuguesa e instituir a República Bahiense, sendo reprimida com a execução de grande parte dos populares envolvidos.</p>
<p>Antes do Grito de Independência, em 1821, houve pequenos motins entre tropas portuguesas e grupos referidos como “brasileiros”. Quando ocorre a independência do Brasil, em 1822, a Bahia já possuía um governo provisório comandado por Miguel Calmon Du Pin e Almeida. Frente ao conflito armado existente entre baianos e tropas do portuguesas, interessadas em manter o vínculo colonial, <a href="http://www.historiabrasileira.com/biografias/dom-pedro-i/">Dom Pedro I</a> enviou tardios esforços para a Bahia tornar-se independe de Portugal, e parte do Império Brasileiro.</p>
<p>Fontes:<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/História_da_Bahia<br />
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/500br/conquista_bahia.htm</p>
]]></content:encoded>
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		<title>História de Alagoas</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 13:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rebouças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo “Alagoas” é referente à quantidade de lagos existentes na região, ao redor de rios que banham o estado.  No início do século XVI, a região do atual estado foi invadida pelos piratas franceses. Foi retomada pelos portugueses em 1535, por Duarte Coelho Pereira, donatário da capitania de Pernambuco, Duarte Coelho foi responsável pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo “Alagoas” é referente à quantidade de lagos existentes na região, ao redor de rios que banham o estado.  No início do século XVI, a região do atual estado foi invadida pelos piratas franceses.</p>
<p>Foi retomada pelos portugueses em 1535, por Duarte Coelho Pereira, donatário da capitania de Pernambuco, Duarte Coelho foi responsável pelo plantio de cana-de-açúcar naquela região do nordeste e pela construção de engenhos.</p>
<p>Os primeiros povoados sucederam-se a partir de três grupamentos iniciais: Penedo, Porto Calvo e Alagoas (atual região da cidade de Marechal Deodoro).</p>
<p>A região de Alagoas foi colonizada entre os dois principais polos de produção de açúcar do nordeste: Pernambuco e Bahia; além do açúcar, Alagoas também desenvolveu a criação do gado.</p>
<p>No ano de 1630, Pernambuco e uma área pertencente à atual Alagoas foram invadidos pelos holandeses, que permaneceram até 1645, após a retomada pelos portugueses. No ano de 1706, Alagoas passou à condição de comarca; em 1730, já possuía mais de cinquenta engenhos.</p>
<p>Alagoas tornou-se capitania somente em 1817. Em 1839, a sede do governo local foi transferida de Marechal Deodoro para Maceió. E, em 11 de junho de 1891, foi assinada a Primeira Constituição do Estado na era republicana.</p>
<p>Alagoas, em 1630, foi cenário da maior revolta de escravos da História do Brasil, sendo a sede do Quilombo dos Palmares chefiada por Zumbi, o quilombo chegou a ter uma população de 30.000 habitantes que viviam em várias aldeias, possuíam atividades econômicas como o milho, o feijão, a mandioca, a batata-doce e a cana-de-açúcar.</p>
<p>O quilombo resistiu 65 anos, sendo destruído por Domingos Jorge Velho em 1694, e seu líder, Zumbi, morto no ano seguinte. Antes da resistência dos escravos fugidos , os colonizadores já haviam enfrentado a hostilidade de tribos indígenas, como a dos caetés.</p>
<p>Antes de ser elevada à categoria de capitania, Alagoas era uma região e, por um tempo, uma comarca, subordinada ao governo local da capitania de Pernambuco. A sua independência ocorreu devido a uma represália do governo central do Vice-Reino à rebelião da Revolta Pernambucana.  Em 1822, depois da independência do Brasil, Alagoas tornou-se província e, em 1839, Maceió é escolhida a nova capital.</p>
<p>Fontes:<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/História_de_Alagoas<br />
http://www.achetudoeregiao.com.br/AL/historia_de_alagoas.htm</p>
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		<title>Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP)</title>
		<link>http://www.historiabrasileira.com/era-vargas/departamento-de-imprensa-e-propaganda-dip/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 15:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Era Vargas]]></category>

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		<description><![CDATA[Após o golpe de estado de 1937, o presidente Getúlio Vargas fechou o Poder Legislativo e impôs uma nova Constituição. Assim surgia o Estado Novo e com esta nova Constituição de 1937 foi criado o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), órgão que regulamentava tudo que a imprensa poderia ou não publicar.  Influenciado pelo nazismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após o golpe de estado de 1937, o presidente <a href="http://www.historiabrasileira.com/biografias/getulio-vargas/">Getúlio Vargas</a> fechou o Poder Legislativo e impôs uma nova Constituição. Assim surgia o <a href="http://www.historiabrasileira.com/era-vargas/estado-novo/">Estado Novo</a> e com esta nova Constituição de 1937 foi criado o <strong>DIP</strong> (<strong>Departamento de Imprensa e Propaganda</strong>), órgão que regulamentava tudo que a imprensa poderia ou não publicar.  Influenciado pelo nazismo de Hitler e Jospeh Goebbels, Getúlio Vargas fez a cartilha do DIP nos moldes da utilizada no regime nazista. Assim, além de controlar a imprensa, listou uma porção de assuntos proibidos como, por exemplo:</p>
<blockquote><p>“Proibidas todas e quaisquer alusões ao regime brasileiro anterior a 10 de novembro de 1937, sem prejuízo de referencia à democracia, pois o regime atual é também uma democracia. Nada sobre a União Nacional dos Estudantes. Nenhuma noticia sobre a escassez de peixes no país. Nada sobre passeatas de estudantes paulistas. Não podem ser divulgadas noticias sobre o desfalque na Caixa Econômica de Niterói”.</p></blockquote>
<p>Além das regras gerais, todo mês eram feitas novas regras de acordo com o que acontecia no país. A DIP alimentava 60% dos jornais naquela época e controlava os outros 40% com seus censores. Para cada periódico havia um censor. Além da DIP, havia as DEIPs (Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda), os dois faziam a distribuição do material propagandista do governo, que destacavam as qualidade de Getúlio Vargas. Além disso, os funcionários da DIP e das DEIPs subornavam profissionais de imprensa e donos de jornais. Com essa máfia da informação, muita gente lucrou e os veículos de comunicação que se negavam a colaborar foram fechados.</p>
<p>A lista de assuntos proibidos elaborada pela DIP mensalmente era, no mínimo, estranha:</p>
<ul>
<li>Não pode ser      noticiada a morte de um operário no restaurante do SAPS quando almoçava.</li>
<li>Não divulgar nota      sobre grave incidente entre civis e militares em Marechal Hermes (subúrbio      do Rio).</li>
<li>Nenhuma notícia      sobre escassez de peixe no país</li>
<li>Nada assinado por      Oswald de Andrade</li>
</ul>
<p>Mas não era só isso. Ainda existia uma lista de expressões e termos que não deveriam ser utilizados. Se alguma publicação mencionasse o nome “União Soviética”, o jornalista que escreveu poderia ser preso. &#8220;Amante&#8221; também era um vocábulo proibido. Outra medida foi a proibição das caricaturas políticas como as criadas pelo paulista Benedito Carneiro Bastos Barreto, conhecido como Belmonte. Ele fazia duras críticas à situação sofrida do cidadão de classe média de São Paulo com seu personagem Juca Pato. Acabou sendo proibido de tocar nestes assuntos e se voltou à temas de política internacional. Belmonte chegou até mesmo a irritar o ministro da propaganda nazista Joseph Goebbels. Irritado com o possível fim do nazismo, Goebbels atacou o conteúdo do livro de charges de Belmonte em uma das últimas transmissões da Rádio Berlim.  “Certamente o artista foi pago pelos aliados ingleses e norte-americanos”, disse Goebbels.</p>
<p>Restavam aos jornais duas opções, ou resistiam e corriam riscos, ou viravam órgãos panfletários pró Getulistas. Até mesmo o jornal O Estado de São Paulo teve sua direção destituída pelo DIP. Porém, em 1945, ao fim da Segunda Guerra Mundial, o DIP foi extinto e substituído pelo <strong>Departamento Nacional de Imprensa de Propaganda</strong>, órgão substituído posteriormente pelo <strong>Serviço Nacional de Informações</strong> (SNI).</p>
<p>Fontes:<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/Departamento_de_Imprensa_e_Propaganda<br />
http://www.usp.br/jorusp/arquivo/2008/jusp831/pag10.htm<br />
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp056609.pdf</p>
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		<title>História do Ceará</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 15:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rebouças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[Historiadores afirmam que a atual região do estado do Ceará recebeu as expedições dos navegantes espanhóis Vicente Pinzon e Diogo Lepe, antes da oficial descoberta do Brasil realizada por Álvares Cabral. Devido ao Tratado de Tordesilhas, os descobrimentos realizados pelos navegantes espanhóis em Icapuí e na Barra do Ceará, foram anulados. Em 1603, a primeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Historiadores afirmam que a atual região do estado do Ceará recebeu as expedições dos navegantes espanhóis Vicente Pinzon e Diogo Lepe, antes da oficial descoberta do Brasil realizada por <a href="http://www.historiabrasileira.com/biografias/pedro-alvares-cabral/">Álvares Cabral</a>. Devido ao <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-pre-colonial/tratado-de-tordesilhas/">Tratado de Tordesilhas</a>, os descobrimentos realizados pelos navegantes espanhóis em Icapuí e na Barra do Ceará, foram anulados.</p>
<p>Em 1603, a primeira tentativa de ocupação portuguesa foi efetivada a partir da liderança de Pero Coelho de Souza,que fundou o Forte de São Tiago, na Barra do Ceará. A posse oficial ocorreria somente em 20 de janeiro de 1612, com a fundação do forte de São Sebastião, por Martins Soares Moreno, revitalizando o antigo Forte de São Tiago.</p>
<p>Pero Coelho de Souza, em suas investidas, enfrentou forte oposição de grupos indígenas e, apesar do auxílio dos jesuítas, a região havia permanecido dominada pelos índios.  As terras da capitania pertencente ao Ceará, foram doadas em 1535, para Antônio Cardoso de Barros, na época, região era referida como “Capitania do Siará”.</p>
<p>Além da oposição dos índios, Portugal também enfrentou as invasões dos piratas europeus, entre eles, os holandeses, responsáveis pela construção do Forte Schoonenborch, que seria conquistado pelos portugueses em 1654, passando a ser chamado de Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção, na região do forte surgiu a Vila do Ceará, posteriormente, Vila do Forte, atual Fortaleza, capital do atual Estado do Ceará desde 13 de abril de 1726.</p>
<p>Durante o século XVIII, economicamente, a capitania se destacou pela pecuária, na época, sendo reconhecida como a “civilização do couro” da colônia. Entre os século XVIII e XIX, o comércio do charque tornou-se na principal atividade econômica da região, tendo seu declínio depois da grande estiagem de 1790. O charque passou a ser mais importante no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Até o ano de 1799, o Ceará tornou-se independe da capitania de Pernambuco. Durante o século, movimentos revolucionários visavam a independência da região, em 1817, a família Alencar apoiou a <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/revolucao-pernambucana/">Revolução Pernambucana</a>, mas o movimento se concentrou em Cariri e na cidade do Crato.</p>
<p>Depois da independência do Brasil, em 1824, a <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-imperio/confederacao-do-equador/">Confederação do Equador</a> obteve aceitação em algumas cidades cearenses como Crato, Iço e Quixeramobim. Com a derrota da Confederação do Equador, foi estabelecida a República do Ceará, em 26 de agosto de 1824. Tristão de Alencar tornou-se o presidente do Conselho responsável pelo governo da província.</p>
<p>Em 1889, depois da <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-republica/proclamacao-da-republica/">Proclamação da República</a>, foi iniciada no estado um sistema de controle político mantido pelas oligarquias locais que se desdobrou no decorrer do século XX, pelo poder político, social e econômico dos coronéis.</p>
<p>Fontes:<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/História_do_Ceará<br />
http://www.ceara.com.br/cepg/historia.htm</p>
]]></content:encoded>
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		<title>História do Rio Grande do Norte</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 16:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rebouças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados]]></category>

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		<description><![CDATA[A atual região do estado do Rio Grande do Norte, na época das capitanias hereditárias, era denominada “Rio Grande”, foi outorgada pelo Rei Dom João III de Portugal, em 1535, a João de Barros. Inicialmente, a colonização portuguesa não obtém sucesso, gerando a oportunidade para a invasão e colonização francesa. A capitania do Rio Grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A atual região do estado do <strong>Rio Grande do Norte</strong>, na época das <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/capitania-hereditaria/">capitanias hereditárias</a>, era denominada “<a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/capitania-do-rio-grande/">Rio Grande</a>”, foi outorgada pelo Rei Dom João III de Portugal, em 1535, a João de Barros. Inicialmente, a colonização portuguesa não obtém sucesso, gerando a oportunidade para a invasão e colonização francesa.</p>
<p>A capitania do Rio Grande do Norte havia sido ocupada pela frota de Aires da Cunha, capitão donatário, a serviço de João de Barros e de Dom João III, no intuito de colonizar as terras da capitania. A colonização, tornou-se impossível devido às resistências das tribos Potiguares da região e da presença dos piratas franceses.</p>
<p>Interessados no pau-brasil, os franceses dominaram a região do Rio Grande até 1598, nesse ano, a posse foi reconquistada pelos portugueses, graças aos esforços de Manuel de Mascarenhas Homem e Jerônimo de Albuquerque, responsável pela construção do Forte dos Reis Magos (Fortaleza da Barra do Rio Grande).</p>
<p>No ano de 1634, o Forte dos Reis Magos e as terras da capitania passaram às mãos dos invasores holandeses, que dominaram o território até o ano de 1654, quando foram expulsos pelos portugueses. Durante esse conflito, todos os documentos do governo português foram destruídos.</p>
<p>O Rio Grande do Norte já era considerada uma região estratégica pela sua localização perante o Oceano Atlântico. No século XVIII, foi governado pela capitania da Bahia e, depois , pela de Pernambuco.</p>
<p>Em 1817, a capitania do Rio Grande do Norte aderiu à Revolução Pernambucana, processo que culminou na instalação de um governo provisório na cidade de Natal, depois do fracasso da revolução, a capitania aderiu ao Império, tornando-se província em 1822.</p>
<p>Depois da <a href="http://www.historiabrasileira.com/brasil-republica/proclamacao-da-republica/">Proclamação da República</a>, em 1889, tornou-se Estado. A cidade de Natal nasceu nos arredores do Forte dos Reis Magos, o primeiro povoado se chamava “Cidade dos Reis” e, posteriormente, “Cidade do Natal”. Acredita-se em dois motivos para o uso do termo “Natal” para a atual capital do Estado, a primeira relata  o dia 25 de dezembro de 1599, como a data de chegada da esquadra na barra do Potengi; e a segunda refere-se a essa data como o dia da demarcação do primeiro sítio da cidade.</p>
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